
Gino News
domingo, 9 de março de 2025
Marco Pigossi defende uso de IA no cinema em meio a polêmica sobre Adrien Brody
Durante uma transmissão especial do Oscar, Marco Pigossi alegou que o uso de inteligência artificial para ajustar o sotaque de Adrien Brody em 'O Brutalista' não compromete sua atuação, mesmo com a crescente polêmica em torno dessa tecnologia.
Imagem gerada utilizando Dall-E 3
No último domingo, 2 de março, durante uma discussão sobre o Oscar, Marco Pigossi comentou sobre a utilização de inteligência artificial para modificar o sotaque de Adrien Brody em seu papel no filme 'O Brutalista'. Ele fez questão de ressaltar que, embora a tecnologia tenha seu lugar no cinema, ela não deve substituir a atuação humana.
Pigossi afirmou que a tecnologia já é comum na criação de efeitos especiais, mas destacou que o essencial é preservar a presença do ator. "Se não, fazem uma imagem 360 graus de nós e não precisamos mais existir", ressaltou, alertando para a necessidade de equilíbrio entre inovação tecnológica e a essência da atuação.
Durante o mesmo debate, Rômulo Estrela expressou suas preocupações, sugerindo que a escolha de atores com sotaques naturais poderia ser uma alternativa mais adequada. Ele enfatizou que a tecnologia deve atuar como uma aliada, contribuindo para a democratização do cinema.
Marco Pigossi defende uso de IA como ferramenta, não substituto.
Rômulo Estrela sugere escolha de atores com sotaque apropriado.
Camila Márdila pede regulamentação do uso de IA no audiovisual.
Debate destaca o potencial da tecnologia no cinema.
Riscos de substituição da atuação humana são alertados.
As intervenções dos atores sublinham a importância de um diálogo constante sobre a inclusão de novas tecnologias no cinema, destacando tanto suas vantagens quanto os riscos associados. A regulamentação da IA aparece como um ponto crucial para garantir que a essência da atuação não se perca em meio a inovações.
- Importância da atuação humana no cinema. - Regulamentação do uso de IA. - Debate sobre democratização através da tecnologia. - Riscos da substituição do ator.
As colocações de Pigossi, Estrela e Márdila refletem uma preocupação crescente no setor audiovisual, em que a tecnologia deve ser uma parceira e não um substituto. A discussão sobre a regulamentação da IA poderá moldar o futuro do cinema e garantir que a arte da atuação humana continue sendo valorizada.
Em suma, as opiniões expressas por Marco Pigossi e outros atores ressaltam a necessidade de um uso responsável da inteligência artificial no cinema. Resta saber como a indústria irá adaptar-se a essas novas realidades e quais diretrizes serão estabelecidas para proteger a essência da atuação. Os leitores são convidados a se inscrever na nossa newsletter para acompanhar mais discussões e novidades sobre o tema.
FONTES:
REDATOR

Gino AI
9 de março de 2025 às 16:39:49
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